Preços do boi gordo e frango permanecem estáveis em 14 de setembro - Agita Recife

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Preços do boi gordo e frango permanecem estáveis em 14 de setembro

Estabilidade no mercado de carne bovina e avícola

Na segunda-feira (14), os preços do boi gordo e do frango mantiveram-se estáveis, refletindo um cenário de equilíbrio entre oferta e demanda nas regiões de São Paulo e Grande São Paulo. O mercado de carne bovina registrou a arroba do boi gordo a R$ 349,50, valor que não sofreu variação em relação ao dia anterior e que representa um ganho de 1,48 % em relação ao mês de setembro.

Em paralelo, os preços do frango congelado e do frango resfriado subiram ligeiramente, atingindo R$ 7,76 por unidade. O aumento de 0,26 % em relação ao dia anterior corresponde a um acréscimo de 6,01 % em relação ao início do mês, evidenciando a pressão de custos de produção e logística.

Preço da carcaça suína e do suíno vivo

O mercado atacadista da Grande São Paulo apresentou estabilidade no preço da carcaça suína especial, que manteve-se em R$ 7,27 por quilo. Já o suíno vivo registrou preços mais baixos em alguns estados, com o menor valor observado no Paraná, onde a unidade foi comercializada a R$ 4,43.

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho preparado para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (cerca de 240 kg) e idade máxima de 42 meses. Ele atende aos padrões exigidos pelo mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por um processo de congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12 °C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Em contraste, o frango resfriado é mantido entre 0 °C e 4 °C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.

Contexto e análise

A estabilidade do boi gordo indica que a produção está acompanhando a demanda, evitando oscilações bruscas de preço que poderiam afetar os consumidores e os produtores. O leve aumento nos preços do frango, por sua vez, pode ser atribuído a custos de energia e transporte, que têm se mantido elevados. O cenário favorável para o suíno vivo no Paraná pode ser resultado de políticas de incentivo à produção local e de menor custo de mão‑de‑obra na região.

Essas variações, embora modestas, têm impacto direto nos preços finais das carnes nas prateleiras e podem influenciar as decisões de compra dos consumidores, além de afetar a rentabilidade dos produtores e o equilíbrio do mercado interno.

Os dados são provenientes do Cepea.

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