Introdução
O dólar encerrou a segunda-feira (14) em alta de 0,4%, cotado a R$ 5,14. A moeda norte‑americana chegou a operar acima desse nível durante a sessão, mas acabou fechando longe das máximas. O valor atingido é o maior registrado pela divisa desde o dia 1º de setembro.
Desenvolvimento
O movimento reflete o aumento da aversão ao risco nos mercados internacionais. A alta do petróleo, impulsionada pelo agravamento das tensões geopolíticas no Oriente Médio e pelos temores de interrupção no fornecimento, elevou a preocupação dos investidores com a inflação global. O Brent chegou a se aproximar dos US$ 110 por barril durante a sessão.
Analistas apontam que a semana de decisões sobre juros, marcada pela chamada “Super Quarta” em 16 de setembro, pode intensificar a volatilidade do câmbio. O Federal Reserve e o Banco Central do Brasil vão anunciar mudanças nas taxas de juros, o que aumenta a cautela dos investidores. O rendimento do Treasury de dez anos chegou a 5,017%, o maior nível desde outubro de 2023, em meio às preocupações com a inflação alimentada pelo petróleo mais caro.
Das 31 moedas mais líquidas acompanhadas pelo mercado, apenas três registraram valorização frente ao dólar, sinalizando que a alta da moeda norte‑americana se espalhou amplamente no exterior. O euro encerrou o pregão cotado a R$ 5,93. A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real.
Cotação do euro
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,93.
Cotações
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR |
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