Preços do boi gordo
Na terça‑feira, 22 de setembro de 2026, o mercado de boi gordo registrou valorização em São Paulo, onde a arroba ficou em R$ 354,65. O índice CEPEA/ESALQ indica aumento de 0,50% em relação ao dia anterior e de 2,98% no mês, refletindo demanda crescente e custos de produção em alta.
Frango congelado e frango resfriado
No setor de aves, os preços na Grande São Paulo subiram. O frango congelado foi cotado a R$ 8,31/kg, enquanto o frango resfriado ficou em R$ 8,34/kg. Ambos apresentaram variação diária de 0,00% e 0,36%, respectivamente, mas aumentos mensais de 13,52% e 14,40%, mostrando a pressão inflacionária sobre a cadeia de suprimentos.
Carcaça suína especial e suíno vivo
A carcaça suína especial teve valorização nos atacados da Grande São Paulo, com preço médio de R$ 7,94/kg, crescimento de 1,02% no dia e 8,62% no mês. Em contrapartida, o suíno vivo registrou queda no estado de Santa Catarina, sendo vendido a R$ 4,81 por quilograma, refletindo diferenças regionais na oferta e no custo de transporte.
O que é o boi gordo?
O boi gordo é o bovino macho pronto para abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Ele atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e a cota Hilton.
Diferenças entre frango congelado e frango resfriado
O frango congelado passa por congelamento rápido a temperaturas abaixo de –12°C, garantindo maior vida útil e viabilidade para transporte de longa distância. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e estabelecimentos gastronômicos.
Conclusão
Os aumentos nos preços de boi gordo, frango e carcaça suína demonstram a pressão inflacionária que afeta todo o setor agropecuário. Enquanto a demanda permanece robusta, os custos de produção e logística continuam a subir, exigindo atenção de produtores, distribuidores e consumidores para ajustar estratégias de compra e venda. O mercado brasileiro, ainda que resiliente, precisa monitorar de perto as variações regionais e os impactos das exportações para manter a competitividade no cenário global.




