O baixista e compositor Nigga volta ao teatro, desta vez como diretor musical e intérprete da trilha sonora ao vivo de “Morra, amor”, solo de Mariana Santos, que estreia em 9 de outubro no Teatro Total Energies.
Em entrevista, ele destaca que o sucesso de “O Beijo no Asfalto” abriu portas, reforçando a necessidade de mais música ao vivo no teatro e de músicos que se apropriem desse mercado.
Em “Morra, amor”, Nigga mantém uma relação intimista com o palco, sendo o único a dividir a cena com a atriz, e explora o contrabaixo além das notas tradicionais, buscando ruídos e sons alternativos que ampliam o papel do instrumento no contexto dramático.
A peça, adaptada pela escritora argentina Ariana Harwicz, segue a história de uma mulher isolada na França que questiona ideais românticos e papéis sociais, combinando humor, sarcasmo e linguagem carregada de desejos contraditórios.
Paralelamente ao teatro, Nigga se prepara para atuar como produtor musical e músico no show “Voz y soledad” de Duda Brack em Buenos Aires, onde criará beats e tocará baixo acústico.
Com “Morra, amor”, Nigga consolida-se como um dos principais nomes que trazem a música ao vivo para o palco teatral, explorando novas possibilidades sonoras e narrativas e marcando um ponto de referência para quem busca experiências que unem teatro, música e reflexão social.




